Anjos e Demônios
 
Na terça passada, depois de uma tarde e começo da noite em consultório médico, dentista e outros envolvimentos domésticos, resolvi telefonar para minha corajosa amiga Madalena, que se dispôs a enfrentar o vento sul gelado, e me acompanhar ao cinema para assistirmos ao filme Anjos e Demônios, estrelado por Tom Hanks, que também protagonizou o filme Código da Vinci, que não assisti ainda. Quando os filmes são muito badalados, às vezes, perco o entusiasmo e acabo não assistindo. Bem, lá fomos nós para a sessão das nove.
 
Eu estava com fome, mas não comprei meu saco de pipoca e refrigerante para não entrarmos depois de o filme começar. Filme no telão tem que ter pipoca e refri, mas nem senti falta, só quando acabou, percebi quanto meu estômago estava indignado com minha indiferença aos seus apelos.
 
Vamos ao filme, entre a investigação da sociedade secreta, que ameaçava o Vaticano e perseguições dramáticas ao assassino, o filme mostrou facetas da Igreja Católica bem interessantes.
 
Fica evidente que os fins não justificam os meios, que a tolerância e o bom senso devem governar sempre as ações. Que ninguém é dono da verdade e que a ciência jamais será tolhida, que ela não se posiciona contra as religiões, e teremos de lidar com suas possíveis consequências funestas.
 
A mesma substância tanto pode ser remédio quanto veneno, dependendo de sua dosagem. As descobertas da ciência tanto podem ser usadas para o bem ou para o mal como temos visto tantas vezes, depende do uso que os homens fazem delas.
 
E, muito importante, que somos humanos e, mesmo com toda boa vontade, estamos sujeitos a cometer erros.
Bom fim de semana!
Ficando leve...
Semana 3
 
Terceira semana. Semana passada, apesar de não cumprir o programa completo da academia, fui somente três vezes e não completei os exercícios de musculação, consegui observar os pontos básicos e perdi apenas meio quilo, mas é considerado normal. Então viva o meio quilo eliminado.
 
Esta quarta semana está complicada, mas não se pode desanimar porque os prejuízoas são grandes. O que importa é a perseverança. Comeu mais do que devia? Coma menos em seguida. Deu o cano por alguma razão nos exercícios? Recomece.
 
O neurocientista, que falou à Veja, na matéria sobre perda de peso, mencionada no post anterior, diz que conta calorias o dIa inteiro - leia-se noite também - e se pesa todo dia. É mole? É isso, não há milagre. Só suor, sem cerveja, tá bom, no fim de semana pode, mas conte os pontos...
Ficando leve...

Semana - 2

No cômputo geral perdi 1,5 kg porque já havia começado o processo, semana 2 se refere ao registro no blog. Na semana passada, fui à academia na segunda, terça e quarta somente, o que não favoreceu o programa. Nesta semana, fui na segunda e irei hoje pela manhã.

A alimentação é balanceada, incluindo proteínas vitaminas e sais minerais totalizando 20 pontos, segundo o programa do Vigilantes do Peso. Somente para se ter uma idéia das refeições:

café da manhã: café com leite desnatado em pó, uma fatia de pão de sanduíche com uma fatia de ricota

lanche: uma fruta

almoço: uma xícara de salada de folhas, meia xícara de legumes cozidos, uma colher de chá de azeite de oliva, meia xícara de arroz integral e uma porção de carne

lanche: fruta

jantar: meia lata de atum em água e sal, uma xícara de verduras, meio pão francês, uma colher de chá de maionese 

lanche: sopa light

goiaba

 

Bom, existem alimentos zero ponto quando consumidos uma unidade apenas, por exemplo, goiaba, uma caixinha de água de coco, uma porção de gelatina light etc. Podem-se e devem-se fazer substituições para que as refeições sejam agradáveis ao paladar e tenham também um visual atraente. Eu normalmente diminuo o arroz e incluo feijão no almoço. Como em tudo, neste programa,também precisamos usar o bom senso. Não se passa fome, mas deixar os maus hábitos não é fácil, é preciso motivação e disciplina. Se há motivação, o processo flui melhor. Os vinte pontos variam entre 1200/1500 calorias. Não é pouca comida não. E podem-se fazer bolos, pães, sobremesas e pratos salgados bem saborosos em versão light. Por exemplo, batata frita frita de forno, filé de frango à parmegiana etc. Ah, uma porção (meia xícara) de molho de tomate sem óleo é zero ponto e uma xícara de espaguete cozido são 3 pontos. Aqui em casa, como usamos carnes magras e pouquíssima gordura, não há necessidade de preparar alimentos separados.

 

Na última revista Veja, veio uma matéria sobre emagrecimento com uma abordagem muito interessante. Recomendo a leitura. E outra coisa para fechar este "post" - quem precisa perder mais de 4 ou 5 quilos deve consultar um médico, isto é absolutamente necessário. E quem tiver alguma sugestão, esteja à vontade para participar. Sugestões e incentivo são bem-vindos.

O leitor - filme
Aqueles que não provaram nem um frutinho da árvore da sabedoria são mais felizes, possuem suas verdades cristalizadas, não refletem muito nem questionam ordens ou dogmas, mas podem tornar-se um perigo para a sociedade. Este filme nos faz refletir sobre os riscos do analfabetismo. É um filme em que mesmo as cenas fortes são abordadas com a delicadeza e elegância possíveis, que permeiam todo o fio condutor do enredo original e instigante. Bom domingo!

Acompanhando os tempos

Parece que os blogs sobre como manter ou conseguir um peso saudável estão na moda. Recebi uma sugestão para contar como estou tentando eliminar os quilos, que ganhei. Isso não é muito fácil para mim, porque se trata de um desafio muito particular.

Resumindo, através do Vigilantes do Peso consegui chegar a um peso saudável há dois anos. Mas por uma mudança de rotina, exigida por circunstâncias difíceis de aceitar, eu dei uma escorregada e caí morro abaixo neste último semestre. Como não quero voltar aos problemas de saúde, que estavam aparecendo, quando estava muito acima do peso ideal, retornei à academia na segunda-feira passada e aos meus vinte pontos básicos na alimentação diária.

Não se trata de um regime para emagrecer, mas de uma alimentação saudável, incluindo as essenciais proteínas, vitaminas e sais minerais. Isso não quer dizer que abri mão do meu expressinho diário com pão de queijo, ou de chocolates, ou de um doce e maravilhoso bolo prestígio. Enquanto não voltar ao meu peso normal, também nos fins de semana, preciso maneirar, depois que chegar lá, posso dar umas escorregadas bonitas e recuperar durante a semana.

Meu organismo agradeceu meu empenho durante a temporada no VP e depois, deixando-me muito feliz com o resultado do último “check up”. Para não abusar da sorte ou da genética, parti para a batalha. Na próxima segunda-feira, conto se eliminei peso, quanto perdi e o que fiz para isso com mais detalhes. Este “post” já está ultrapassando os limites de tamanho e de paciência.

Surpresa 2

 

Bom, eu fiquei pensando sobre o que a gente realmente precisa para viver. Tá certo, somos abençoados com o indispensável, mas – sempre existe o mas... – há coisas que nos fariam muito felizes. Aí entra a relatividade, o que é indispensável para uns é supérfluo para outros. Para mim, canecas são indispensáveis. Também gostaria muito de dar uma volta pelo velho mundo antes de usar bengalinha, até com bengalinha, por que não? Levaria o “laptop” e contaria os micos que certamente aprontaria por lá.

 

Mudando de assunto sem nenhum gancho porque isso é um blog, hoje à noite houve ensaio do Grupo de Canto Sagrada Família, do qual faço parte. Tive a inesperada honra de receber o convite e uma grande satisfação, quando, face às vozes e aos ouvidos privilegiados, já me despedindo por não me julgar à altura desta missão, tive um incentivo para não desanimar. Então coloquei minha modesta voz de contralto à disposição deste grupo especial. Por motivos realmente de força maior, faltei nos últimos meses, o que me causou maiores dificuldades ainda nestes dois últimos ensaios. Mas a peruca é forte a vai aguentar o tranco. E vamos nós, com grande prazer a Treze de Maio, contribuir na missa de domingo.

 

E agora vou assistir ao filme O Leitor - 2008 -, estrelado por Kate Winslett, ganhadora do Oscar de melhor atriz, também com o excelente ator Ralph Fiennes, e Bruno Ganz, que não conheço. Bom fim de semana!

Surpresa

Semana passada, não tive inspiração nem transpiração para escrever sobre mães. Agora também não. É como se estivesse falando em mim e, me olhando, sinceramente, poderia ter sido muito melhor. Preferi, então, dar parabéns somente.

Sábado, para minha surpresa, minha filha mais velha me convidou para ir ao Top Brasil, localizado próximo ao acesso norte da BR 101. Ela tinha um compromisso somente às vinte e duas horas e trinta minutos, então tínhamos tempo para ficar caminhando e bisbilhotando as gôndolas apinhadas de objetos de desejo. Alguns desejos devem ser muito estranhos pela extravagância dos objetos expostos.

Olhei as pessoas desconhecidas que iam e vinham ao meu redor, observando suas expressões e tentando decifrar o lhes ia à mente.  Um neném, que me pareceu muito novinho, no colo de uma mulher bem jovem, me chamou a atenção. Não resisti á curiosidade sobre a idade do bebê.  Ele tinha 20 dias apenas. Nunca expus meus filhos assim novinhos em lugares públicos. Eu tinha muito receio de contaminação, meio exagerado. Até um ano de idade, eu esterilizava tudo que fosse possível. Isso não é bom. Toda radicalização é ruim.

Num momento, em que eu admirava umas caixinhas de madeira com um trabalho de muito bom gosto, minha filha me olhou séria e tascou esta – mãe, não tem nada de que a gente precise não é? Bom, eu não respondi em seguida, pensei que eu queria umas canecas coloridas de gosto duvidoso, tenho mania de canecas, também estava procurando um vidro alto para guardar macarrão, e outras quinquilharias que fazem o desespero de meu marido.  Ela, lendo meus pensamentos, completou – nada de que a gente precise realmente.  Só concordei, não havia necessidade de comentário.

Meu respeito e PARABÉNS às MÃES!

PARABÉNS, TRABALHADORES !

Uma história de lutas e conquistas!

Samuel Morse - o do código

Samuel Morse

27.04.1791 – 02.04.1872

 

Samuel Morse ficou famoso como retratista e chegou a ensinar pintura e escultura na Universidade de Nova Iorque, mas é conhecido nos quatro cantos do mundo como o inventor do código morse – um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado, enviado intermitentemente.

 

Este sistema foi desenvolvido por Samuel Morse e Alfred Vail em 1935, também inventores do telégrafo elétrico. O código morse, hoje em dia, é praticamente obsoleto e difere um pouco do original devido a dificuldades técnicas para seu uso em comunicação automatizada.

 

Eu não podia deixar de fazer este registro porque, entre outras manias, sou fascinada por comunicação. Deixo a reflexão sobre a evolução dos meios de comunicação ao critério dos meus queridos amigos, que, hoje, usam um rádio ou até mais de um – acho um exagero, mas... -  com alcance praticamente global. É, eu relutei, mas também me rendi ao celular.

 

Existem pessoas, que ainda relutam em usar computador. Se não tivéssemos evoluído, ainda estaríamos usando pena de ganso ou aquelas canetas de madeira com penas de metal removíveis, que eram molhadas seguidamente no tinteiro. Eu ainda lembro, lá na casa da minha infância havia uma. Eu deveria tê-la conservado, não sei que fim levou. Uma pena.

Austrália

Ando lendo pouco e assistindo mais a filmes. Ontem peguei um da gôndola na locadora, mas decidi trazer os dois, que a mocinha gentilmente me indicou.  Um deles leva o título de Austrália, e é estrelado pela belíssima Nicole Kidman e o não menos maravilhoso Hugh Jackman, para os menos aficionados pela sétima arte, é o Wolverine no filme X-men.

É um épico, ambientado na Austrália de 1939, na época da seca, quando é só terra e rochas, o povo e os animais lutam pela sobrevivência no sertão – os aborígenes, que são formados por grupos diferentes com alguma diferença de cultura; os criadores de gado ingleses e os vaqueiros. Atravessa também a época das chuvas, quando a natureza revive, explodindo vida e cores. Tive vontade de ir lá, atravessar, pelas estradas poeirentas, o sertão seco e cavalgar pelos campos verdes, parando na beira dos lagos e rios.

Muito interessante também é a forma como os ingleses impunham sua cultura nesta terra, como estratificavam as pessoas. Um fato curioso e trágico – as crianças mestiças eram capturadas, tiradas de suas mães nativas, levadas para as missões e educadas para trabalharem para os brancos. Ainda mostra o ataque dos aviões japoneses, no início da segunda guerra mundial.

Eu me emocionei com a história da inglesa aristocrata, que foi à Austrália, onde o marido tocava uma fazenda de gado, para forçá-lo a vendê-la e voltarem os dois para a Inglaterra, mas o assassinato do marido e a possibilidade de perder sua herança fizeram-na se unir a um vaqueiro para atravessarem cerca de duas mil cabeças de gado por um dos terrenos mais áridos do país. É um filme longo, são duas horas e quarenta e cinco minutos de duração, em que valem todos os minutos. Só fiz uma pausa para um lanchinho porque ninguém é de ferro. Eu recomendo – o filme e o lanchinho também.

Bom fim de semana!

Dia da Terra !

Hoje, 22 de abril, é o Dia da Terra – Earth Day – foi criado nos Estados Unidos em 1970, pelo senador Gaylord Nelson, então estudante de Harvard, para serem discutidos em âmbito nacional os problemas do meio ambiente.

Segundo estudo da ONU, investir em meio ambiente traz lucros enormes. Este estudo indicou que cada dólar gasto em água e saneamento no Terceiro Mundo poderia gerar 14 dólares em benefícios como menores gastos com saúde, maior produtividade e mais escolarização.

Preservar os recursos naturais é vital para o ser humano. Porém, as empresas brasileiras ainda investem menos em meio ambiente do que a média internacional. Os brasileiros estão começando a tomar conhecimento da importância da preservação ambiental. Os empresários querem investir em projetos sustentáveis, mas enfrentam barreiras como o alto custo de tecnologias limpas e mesmo falta de conhecimento técnico sobre o assunto.

Com o agravamento das conseqüências da poluição, será necessário, por força das circunstâncias, encontrar soluções para a preservação de uma boa qualidade de vida na Terra. E nós, simples mortais, dependentes da força econômica, podemos fazer a nossa parte, que é pequena, mas não menos importante – observar os preceitos do bom senso na utilização dos bens de consumo, incentivar o cuidado com a natureza e divulgar os problemas que advirão do uso insensato dos recursos naturais.

 

O dia em que a Terra parou

Ontem, vinha eu da academia, cansada e suada às dez e quinze da noite, mas passei na locadora para pegar o filme, que estava reservado – O dia em que a Terra parou, com Keanu Reeves. Bem, eu não sabia que o protagonista era ele, nem que seria um filme provocador.

Com nossos afazeres e envolvimentos diários, às vezes, perdemos a dimensão exata do mundo em que vivemos. Da sua força em explodir vida, mas também da sua fragilidade perante as agressões desmedidas, motivadas pela ganância ou pela ignorância. Não temos noção ainda de quão grande pode ser nossa ignorância sobre o universo que nos envolve. Apesar de todo o conhecimento acumulado, ainda não se sabe se existem vidas em outras galáxias.  Talvez outras formas de vida, que não sejam como as da Terra, baseadas em proteína e ácido nucléico.

Duas afirmações me fizeram pensar – uma, nós não somos os donos da Terra. Aliás, não somos donos de nada, porque estamos aqui de passagem. Quem nunca olhou para o mar ou para uma montanha e pensou – eles estarão aqui muito depois que eu me for. E outra, que direito temos nós, uma única forma de vida, de aniquilarmos todas as outras? Inclusive destruirmos a nossa própria? Se nem fomos nós que as criamos.

O filme, além de proporcionar um bom entretenimento, é um alerta para o perigo real e iminente da devastação do nosso planeta, mas também deixa uma mensagem hum... otimista? Nós aprendemos a nadar quando a água sobe. Boa sessão!

A distância entre nós

Este foi um dos livros que eu trouxe do mercado aqui perto. Aquela gôndola – ou estante? – é uma tentação! A autora de A distãncia entre nós, Thrity Umrigar, indiana de nascimento, mora nos Estados Unidos e leciona texto criativo numa faculdade de lá.

O sistema de castas da Índia sempre me intrigou. Foi o primeiro livro, que li, que mostra nua e cruamente como se dão as relações sociais neste sistema. Sera e Bhima, patroa e empregada, no decorrer de suas vidas, sofrem decepções e traições, que confidenciam uma à outra ou respeitosamente percebem, mas não comentam, num acordo tácito de respeito e solidariedade. Porém nem o afeto, que se desenvolveu, apesar da distância social entre ambas, consegue quebrar as barreiras cristalizadas de uma cultura baseada no “status” social determinado pela casta em que nascem as pessoas.

O desenrolar da trama obedece a uma dinâmica que prende a atenção e aguça a curiosidade pelo desfecho, que surpreende pelo realismo. Boa leitura!

Uma croniquinha

Eu queria ser homem

Ser mulher é uma questão que nunca questionei. Sempre encontrei razões favoráveis para minha condição de gênero. Mas, semana passada, me surpreendi, pensando que eu queria ser homem.

São mais altos, pelo menos do que eu, que sou tampinha, mais fortes, apesar de eu teimosamente fazer musculação, não necessariamente mais ágeis, agora eles vão se ofender, porque, embora não demonstrem, a vaidade também é um ponto vulnerável. São menos propensos ao tecido adiposo, que com o passar implacável do tempo, em nós, mulheres, teima em se acumular em lugares inapropriados, o que acontece também com a temida celulite. E dê-lhe lipoaspiração e tratamentos contra celulite. As ruguinhas e os fios prateados neles são charme.  Ai que inveja! Mais botox e reflexos ou seja  lá que for necessário.

Precisam mais razões? Não. Mas têm. Ainda têm mais liberdade e em muitos postos de trabalho ganham mais, não ficam grávidos, embora a medicina diga que isso é possível – duvido que eles queiram. Dizem que existe andropausa, mas ainda não vi nenhuma conseqüência disso.

Então me vi homem. Espanto! Não fiquei satisfeita. Primeiro, não sou chegada em mulher – a não ser que eu tivesse nascido homem. E olha que isso não é condição “sine qua non”. Segundo e decisivo quesito, a anatomia, jamais me acostumaria com aquela característica acoplada externamente (pode-se acoplar externamente?).  

Boa semana!

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