Com Texto


25/01/2008


Coincidências...

 

Primeiro foi o livro do Zuzak, depois o filme A lista de Schindler, não sei por que não assisti na época em que foi lançado, e ontem Casablanca, que já assisti algumas vezes, mas sempre me emociono com o desempenho dos atores, o charme de Humphrey Bogart e a beleza de Ingrid Bergman. Ah e tem a frase antológica proferida por La BergmanPlay again, Sam – toca outra vez, Sam . E a música ao piano evoca as lembranças do amor eterno. Não, não pensem que se trata de um melodrama. Quem porventura ainda não assistiu, procure nas locadoras. Vale a pena. E ainda o filme Olga, que não vou comentar porque não faz tanto tempo que passou nos cinemas.

 

Bem, mas a coincidência é que estas obras têm em comum o ambiente da Segunda Guerra Mundial. Interessante que, a cada mergulho nesta época, observam-se algumas nuances desconhecidas. Claro que cada escritor, diretor têm enfoques diferentes. E a figura monstruosa do mosaico vai-se tornando mais objetiva. Como foi dito, “a guerra faz aflorar o que há de pior no ser humano”. E penso aqui com meus botões, se as pessoas já demonstram sua natureza “malígrina” – cadê o vampiro brasileiro? – na convivência, digamos social, como será numa guerra? Bem, já sabemos, mas nem é bom lembrar.

 

Melhor somente apreciar e não ficar conversando com os botões – este seria um herr capitão, aquele, o do mercado negro, o outro, o herói...

 

Para distrair, nada melhor que Aghata Chrystie em seu livro Poirot perde uma cliente. As deduções do detetive exibido, desvendando os mistérios da morte de sua cliente, prendem a atenção do início ao fim.

 

E posso adiantar que Assassinato na Academia Brasileira de Letras de Jô Soares – ainda estou no início – promete ser uma leitura interessante e divertida.

 

Bom fim de semana!

Escrito por Cleusa às 02h26
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