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Notas

 

Mais de um mês sem postar. Acho que isso não é desculpa válida, mas mesmo assim vai o motivo. Minha mãe, de oitenta e seis anos, quebrou a outra perna em vinte e um de abril e colocou outra prótese. Eu tinha esperança, mas não apostava alto que voltasse a andar. Bem, ela já está caminhando com auxílio de andador. É uma vitória. Nossos agradecimentos ao doutor Marco Aurélio e equipe, aos enfermeiros da Ala São Vicente de Paula e demais funcionários do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Também a Cristiane de Borba, fisioterapeuta da Clínica Ser Vida, que diariamente orienta os exercícios de recuperação.

 

O uso de células tronco foi aprovado. Até hoje, nada embargou por muito tempo o curso da ciência. Se houvesse travado, como estaríamos?

 

A alta nos preços dos alimentos não se deve à escassez dos mesmos, mas a políticas adotadas por países exportadores, e a fome deve-se principalmente a insuficientes investimentos no setor agrícola, no caso dos países com fome endêmica como os africanos subsaarianos. Ver mais em http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/prospect/2008/06/02/ult2678u170.jhtm

 

Pensei numa nota sobre política, mas vou passar batida, pelo menos por ora.

 

Não tenho lido, isso me faz falta. Mas já passei pelo site Detonando e está novamente no ar. Viva! Ah! Percebi que leio mais no computador. Eita vício!

 

O filme Indiana Jones e a Caveira de Cristal, com o sempre lindo, charmoso, encantador – não interessam as plásticas nem os botox hehe – Harrison Ford, está em cartaz. Já combinei com minha companheira de cinema no telão para irmos assistir, com direito a bater cassuleta pelo shopping. Não sou consumista e prefiro viver longe de centros urbanos, mas não sou radical.

 

Um causinho só pra não perder o jeito. Estava eu absorta, tomando meu cafezinho, sentada à mesa, coisa rara, quando pelo vidro vi um moço caminhando, seguido pelo Popó – meu pintcher. Pensando que poderia não ser o meu, que havia deixado no carro, mas ato simultâneo, levantei-me e corri porta afora até o jovem. Porque se fosse o Popó, o rapaz poderia entrar num carro e eu nunca mais o veria. Quando o abordei, percebi que não era o Popó. O dono me olhou, e eu com a maior cara de pau lhe pedi desculpas porque havia pensado que ele roubara o meu cachorrinho. Com a fleuma digna de um inglês, ele me sorriu de um jeito que não precisava dizer o que pensava. E eu, com cara de paisagem, voltei, sem olhar ninguém, ao meu café, que esfriava na xícara. Mas antes fui ver o Popó.

 

Agradeço penhoradamente pelas visitas a este singelo blog e aproveito para lembrar a ferramenta de interação que faz parte dele. Usem e abusem, por favor! Deixem seu comentário ou apenas um alô. Boa semana a todos!



 Escrito por Cleusa às 02h54
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