O dia em que a Terra parou
Ontem, vinha eu da academia, cansada e suada às dez e quinze da noite, mas passei na locadora para pegar o filme, que estava reservado – O dia em que a Terra parou, com Keanu Reeves. Bem, eu não sabia que o protagonista era ele, nem que seria um filme provocador.
Com nossos afazeres e envolvimentos diários, às vezes, perdemos a dimensão exata do mundo em que vivemos. Da sua força em explodir vida, mas também da sua fragilidade perante as agressões desmedidas, motivadas pela ganância ou pela ignorância. Não temos noção ainda de quão grande pode ser nossa ignorância sobre o universo que nos envolve. Apesar de todo o conhecimento acumulado, ainda não se sabe se existem vidas em outras galáxias. Talvez outras formas de vida, que não sejam como as da Terra, baseadas em proteína e ácido nucléico.
Duas afirmações me fizeram pensar – uma, nós não somos os donos da Terra. Aliás, não somos donos de nada, porque estamos aqui de passagem. Quem nunca olhou para o mar ou para uma montanha e pensou – eles estarão aqui muito depois que eu me for. E outra, que direito temos nós, uma única forma de vida, de aniquilarmos todas as outras? Inclusive destruirmos a nossa própria? Se nem fomos nós que as criamos.
O filme, além de proporcionar um bom entretenimento, é um alerta para o perigo real e iminente da devastação do nosso planeta, mas também deixa uma mensagem hum... otimista? Nós aprendemos a nadar quando a água sobe. Boa sessão!
Escrito por às 01h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [link]








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